quarta-feira, 6 de abril de 2016

Grandes Personalidades da História Marapaniense


PADRE JOÃO SOUTO MAIOR:

           
                Jesuíta, vem em missão designado pelo Sub - Prior da CIA de Jesus, Padre Antônio Vieira, chegou a Aldeia Arapijó dos Índios Pacajás em 1656, considera-se o primeiro branco a pisas em solo marapaniense. 




 Padre José Maria do Vale "O Fundador"

Nasceu em 1809 em Abaetetuba/pá. Ordenado sacerdote e, 11 de abril de 1834 por Dom Romualdo de Seixas, chegou a Curuçá em 05 de maio de 1840. 


           Seu trabalho foi arduo, pois recebeu como missão a descoberta da antiga Aldeia Arapijó, onde a Cúria Metropolitana de Belém, tinha alguma herança à receber, já que alguns religiosos, provavelmente os Jesuítas, ao serem expulsos na conformidade da Lei Pombalina, teriam deixado alguns bens. A Aldeia Arapijó foi a leilão em hasta publica, tendo sido arrematado em 11 de março de 1789, pelo português Estanislau Rodrigues barata, que deu inicio a um trabalho de recuperação da Aldeia Arapijó.


            Padre Vale saiu do Município de Curuçá, ganhou o Rio Simôa e deste até o Rio Cajutuba, daí pelo furo do Page ou Seco - Velho (Confuso) até o Rio Marapanim. Aqui fez amizade com Sr. Joaquim Cavalheiro, de quem comprou uma de engenho e a transformou em escola e capela, isto tudo no ano de 1860. Padre Vale, considerou estas conquistas como fruto de um bom intento, por isso deu o nome da ilha do Bom Intento.


         Em 12 de outubro de 1862, Padre Vale, benzeu a primeira capela da ilha, pelos pesquisadores da época descreveram como a data de fundação do município. Em 21 de outubro 1869, Padre Vale transformou o povoado Bom Intento em freguesia, com o nome de Nossa Senhora da Vitória do Rio Marapanim; esse titulo, teve por objetivo consolidar sua advergência que o referido clérigo tinha com os seus superiores em Curuçá.

 Além do Sr. Joaquim Cavalheiro, Padre Vale, fez amizade com a família Barata, de quem a recebeu imagem de Nossa Senhora das Mercês e deu-lhe o titulo de Nossa Senhora das Vitórias, essa imagem foi comprada em Portugal por Estanislau Rodrigues Barata que comprou em hasta publica a Fazenda Arapijó, que pertenceu aos religiosos Mercedários espanhóis, que foram expulsos do Brasil pela lei Pombalina.

            

          Em 02 de outubro de 1877, padre vale comprou 200 braças de terra e doou a nova Freguesia, a esta altura com 70 anos de idade.

            

         Padre Vale foi vereador da primeira Câmara Municipal que foi instalada em 15 de janeiro de 1878. Depois comprou mais terras no alto Marapanim e para ocupá-la trouxe alguns de seus irmãos: João Capistrano do vale e Maria Cristina do Vale, esta mãe de Procópia de Nazaré, que se tornou esposa de Diniz Henrique Ferreira Botelho, o primeiro intendente do Município de Marapanim.

             

      
 Escritores: 
Agripino Almeida Conceição e 
Joaquim Amoras Castro

MANOEL DOS SANTOS DE CARVALHO:

             Viveu na Vila de Marapanim, figura muito expressiva, foi eleito mais três vezes Presidente Câmara Municipal, sempre mais votado entre seus pares.


TEN. CORONEL DINIZ HENRIQUE FERREIRA BOTELHO:

                 Participante desde a elevação de Marapanim a categoria de Vila, por volta de 1878. Passou todo o restante do Império e parte do período republicano como Intendente  e ultrapassou, pelo menos um ano, quando da elevação à categoria de Cidade. foi o maior de todos os políticos Marapanienses.   
  

TEN. CORONEL BARTOLOMEU DA CONCEIÇÃO FERREIRA:

             Era membro da família Botelho Ferreira, foi indicado ao cargo de Deputa do Estadual, elegendo-se em 1891, ficando na Assembleia Legislativa por volta de 1895/1896.


PAULO DE ALBUQUERQUE MARANHÃO:
  
                    Professor, jornalista,fundo em Marapanim o jornal "Marapaniense". Encerrou suas atividades por volta de 1895. Paulo Maranhão revelou-se, um dos moires jornalista paraense. Foi Deputado federal e Senador, professor primário em Marapanim, casou com uma marapaniense.

MANOEL VASQUE BOTELHO:  

                     Professor renomado e orador em varias solenidades no período inicial da Cidade de Marapanim.

MANOEL EDMUNDO FERREIRA BOTELHO:

                     Intendente municipal por mais de 15 anos, era agrimensor e matemático.

ALÍPIO MALCHER PALHETA:

                  Foi Intendente Municipal em varias ocasiões na qualidade de interino. Era da Vila de Marudazinho, foi o primeiro Presidente da Câmara em sua nova fase, a partir de 1936.    

JOAQUIM ESTEVES DE CARVALHO:

 Foi político e o primeiro Juiz de paz da Vila de Marapanim.

FABIO ALEXANDRE DE CARVALHO:
 
                   Foi intendente, substituindo Diniz Botelho, realizou relevantes trabalhos em favor de Marapanim.

DR. ANTÔNIO CAETANO REBELO:
 Foi o primeiro Juiz togado em Marapanim.

CÔNEGO ULISSES PENAFORT:
      Era Sacerdote, que muito contribuiu para desenvolvimento de Marapanim.  

 ROMÃO FRANCISCO GARCIA:

     Jornalista, fundador do Jornal "Quinze de Agosto". 

 LANDIN BRASIL DE SOUZA:

                  Foi comerciante, político, Delegado, sua virtude principal era incentivar o folclore marapaniense, com apoio a vários grupos juninos, criando cordões e introduzinso as cavalgadas e carvalhadas e que tinha como parceiro inseparável no seu trabalho Zuzinha Vilar.

ROSA DE CARVALHO REBELO PEREIRA:

                 Foi Deputada Estadual, primeira mulher no Brasil a galgar uma Câmara alta, foi Presidente Estadual da legião feminina "Magalhães Barata", Braço feminino do PSD, foi uma das maiores políticas de Marapanim e do Pará.

CARMEM REBELO MAGALHÃES:

               Era irmã de Rosa Pereira, uma das maiores articuladoras políticas, Vereadora, Professora, e Mulher de fibra e decisão.

JOSÉ DE SOUZA MAGALHÃES JUNIOR:

  Musico, arranjador, político.
        

FERNANDO REBELO MAGALHÃES:

                Foi Vereador, Deputado Estadual, por quatro legislatura e Prefeito, encerrando como Prefeito sua vida política, muito debilitado.

OSVALDO DE RODRIGUES DE MORAES:

                  Organizador da Banda de musica, ministrava aula de educação física e ensinava farias profissões, sempre voltado para a nossa cultura.

PADRE HELIO ALVES:

       Considerado o primeiro Padre nascido em Marapanim.

       DINIZ OEIRAS FERREIRA BOTELHO:

                       Foi médico de renome, considerado o primeiro médico nascido em Marapanim 

 FRANCISCO DE SALES NEVES:

 Político, Prefeito por dois mandato

AJAX CARVALHO D'OLIVEIRA:

                      Nascido em Marapanim, Advogado reconhecido, foi Prefeito de Belém por duas ocasiões. Este nome ilustra Marapanim, no vida política do Pará.

HAROLDO DA GAMA ALVES:

                  Nascido em Marapanim, Juiz do Trabalho, chegou a presidente do TRT/8ª Região.

EUVALDO DA GAMA ALVES:

                        Foi militar, político dos mais conhecidos, foi Prefeito por duas vezes, merece estar na galeria das grandes personalidades de nossa história.    

 MERECE DESTAQUE:

                    Os dois heróis marapanienses foram feitos na revolução de 1930, quando o Coronel Castilho França, tentou invadir  o quartel do Exercito, situado no largo de Nazaré. O  marapanienses JOSÉ MIRANDA, filho de Bom Jardim de Matapiquara, deu o alarme preparando as tropas para o combate. Em meio ao combate, morreram JOSÉ MIRANDA e o JOÃO DE QUEIROZ COELHO, filho da Vila de Matapiquara. Ambos receberam homenagens do Governo Estadual, figurando seus nomes em um obelisco erguido na Praça da Republica, como heróis.

                       Coube a Heitor Barata e o Armando Cordovil, serem representantes de Marapanim, como pracinha da FEB, na guerra entre os aliados, contra a Alemanha de Hitler.

                     Em Marapanim, existem duas ruas em homenagem aos dois heróis. Uma onde ficava a antiga cadeia pública de Marapanim, ao lado da Igreja Matriz, batizada com o nome de Rua. José Miranda, e a outra que passa ao lado do Paço Municipal, que tem o nome de Rua. João de Queiroz Coelho.

 


Monsenhor Edmundo Armando Saint’ Clair Igreja:
“O Apóstolo do Salgado”


Nasceu no dia 09 de agosto de 1914, na comunidade de Putiri, Município de Mocajuba – Pá.
Filho de Artur Pedro de Igreja e Estephania Machado Igreja. Foi batizado no dia 14 de agosto de 1914, na capela Nossa Senhora do Livramento em Putiri, fez sua primeira Comunhão em 21 de dezembro de 1928, Crisma em 08 de junho de 1929.

Entrou no Seminário em 11 de fevereiro de 1932, recebeu a batina das mãos de Dom Antonio de Almeida Lustosa. Foi ordenado em 1º de novembro de 1947 por Dom Mario de Miranda Vilas Boas.

1ª Missa solene foi celebrada em 08 de dezembro de 1947 – Mocajuba. Paróquia de São José de Queluz em 01 de janeiro de 1948, e foi até 12 de fevereiro de 1950.
Curuçá: 12 de fevereiro de 1950 a 14 de março de 1972;
São Caetano de Odivelas: 26 de abril de 1950 a 24 de fevereiro de 1972;
Marapanim: 26 de fevereiro de 1950 a 24 de fevereiro de 1972, de 12 de março de 1976 até sua morte em 1996.
Cônego Catedrático: 15 de agosto de 1954 por Dom Mario Vilas Boas.
Monsenhor: 23 de agosto de 1965 pelo Papa Paulo VI.      
Vigário Episcopal da Comarca de São José: 22 de outubro de 1967 por Dom Alberto Gaudêncio Ramos. Período de 01 de novembro de 1967 até 01 de setembro de 1991.

Fundou o Movimento Providentino:  01 de novembro de 1972. Ereto canonicamente por provisão de Dom Alberto Gaudêncio Ramos.
Faleceu: 25 de março de 1996 em Belém – Pará.      




PADRE JOSÉ AUGUSTO PAES VENTURA
(Padre Ventura)

Português, assumiu a Paróquia Nossa Senhora das Vitórias, sucedendo Monsenhor Edmundo Igreja. Realizou um trabalho de organização da Paróquia, com as criações das Pastorais e Movimentos, sua Catequese principal era formação da Família, deu total apoio ao ECC (Encontro de Casais com Cristo).

Acredito que seu maior legado em frente a Paróquia de Marapanim, foi a Reforma e ampliação da Igreja Matriz.

Padre Ventura, era de muita oração e reflexão pessoal, gostava de orientar todos os seus paroquianos e suas comunidades. Partiu para junto de Deus, deixando para nós muitas saudades e ensinamentos Religiosos.     
 


MANOEL PEREIRA DA SILVA (Manoel Espetor)
"O pioneiro do carimbó em Marapanim"

Nasceu em 20 de março de 1888, na Vila Marapanim, filho de Alfredo da Silva e Balbina de Leão Silva. Casou com Joana Vela e Silva , sua residência era situada na rua Diniz Botelho, bairro Centro na Cidade de Marapanim.

Foi Delegado de Policia, bastante respeitado, tinha uma participação ativa, no confronto entre Curuçá e Marapanim, participou da demarcação de nossos limitaes em Monte Alegre do Mau e que Curuçá ficou de posse do lugar Taperinha. Foi de grande destaque este cidadão marapaniense nas causas de seu Município, acredito, que sua participação nutri sua alma a bravura e coragem desse homem.

Autêntico agricultor,  patrão  por excelência, soube desempenhar, com muita inteligência sua vida, seu trabalho, valorizando tudo o que aprendeu de seus pais.

Cristão Católico, devoto de São Benedito, no qual tinha um respeito muito grande por esse santo, realizava sua festa, novena, ladainha e etc. Tinha um reconhecimento muito grande do mestre de carimbó, o mais importante deles era o de MESTRE LUCINDO, que dizia que o melhor e o mais organizado, era n casa de MANOEL ESPERTOR. 
Sua residência era bastante grande, havia um grandioso salão, aonde acontecia as grandes festas de carimbó, com o salão lotado, ouvia-se uma voz de comando do senhor Manoel Espetor, para que o grupo de carimbó que estava tocando fizesse uma parada ou um intervalo e Manoel Espetor, convidava todos os presentes, para adentrarem até a alcova de sua Casa e se deliciarem das varias iguarias, como: café com bejú, cachaça na cuinha, aluá, manicuera, gengibirra, mingau de milho branco,etc. Todos eram servidos gratuitamente.

Era considerado, como o pioneiro no intercâmbio comercial, entre Marapanim e a Capital do Estado (Belém do Pará). Se preocupava não só com Carimbó em sua divulgação, como também, com o bem estar do povo marapaniense.

Interessou-se pelo Comercio, trazendo da Capital muitos produtos aos seus conterrâneos marapaniense. Nesse tempo muitos cobriam suas casa, com folhas de (Ubussu), que ele trazia e vendia a preço módico. Esse intercâmbio se estendia ate as Cidades de Abaetetuba e Igarape Miri.

Tinha uma visão futurista, era comum dizer de suas preocupações, com progresso de sua querida terra - MARAPANIM.

Segundo o Professor Cândido Canuto, o estilo de Carimbó, que o senhor Manoel Espetor promovia era um carimbó social ou Estilizado. Devido sua organização, pois não gostaria que esse ritmo ficasse banalizado. tinha como exigência, que todo cavalheiro adentrasse em sua casa de paletó, não importava se ele não portasse gravata. Não permitia a presença de crianças em seu carimbó. Quanto ao horário de duração, não havia preocupação nessa época . O carimbó começa nas primeiras horas da noite e ia até  o amanhecer. Havia uma organização perfeita, sem briga e confusão, quando tentavam atrapalhar, ram colocados de fora do salão. Era onde as grandes famílias se reuniam para dançar esse ritmo gostoso. Tempos bons que deixaram saudades. Hoje infelizmente, não se tem um carimbó digno e nem um local para se dançar o verdadeiro carimbó. As famílias já não valorizam mais esse ritmo tão contagiante e nem a juventude não se interessam muito.       

Autor:
Cândido Canuto
Professor, Poeta, Escritor e Historiador.




LUCINDO REBELO DA COSTA

             Nasceu em Marapanim, no dia 03 de março de 1906, precisamente no lugar chamado Água Boa, no rio cajutuba e Faleceu em 28 de setembro de 1988.
                     
              Filho de Geraldo Alves de Costa e de Dona Rita Nunes da Costa. 
                      
           Pescador desde de sua infância, ainda jovem começou sua maratona pela nossa cultura popular, tendo participado de mais de 50 cordões juninos, destacando-se alguns como: PAVÃO, GALINHA DA ANGOLA, TATU, PERDIZ, JURUTI, TANGARÁ, GUARÁ e muitos outros.
                       
              Como pesador teve a sua marca registrada desse homem do mar lutador e sofredor. Numa  noite do ano de 1938, Lucindo Costa, teve  uma de suas mãos traspassada por um anzol nº 05, depois de quase 24 horas, Lucindo da Costa foi levado ao Paço Municipal, onde funcionava um posto de saúde. Lá Lucindo foi atendido por um guarda sanitário de nacionalidade portuguesa naturalizado brasileiro mais conhecido por Chacon, o mesmo sem anestesia tirou o anzol da mão de Lucindo, causando o maior sofrimento, depois Chacon enfiou o anzol em uma cebola.

              Lucindo Costa, além de compor letras e músicas folclóricas, rezava também ladainha em latim. Devido a falta de divusão de nossa cultura popular, Mestre Lucindo era pouco conhecido fora de sua terra natal. Somente depois do lançamento do seu primeiro e ultimo LP pela gravadora continental, é que os pesquisadores tomaram consciência do seu valor nato. Só daí que passaram a considerar Marapanim como o maior preservacionista do carimbó Paraense.

              Em sua ultima entrevista na TV com um de suas pernas amputada, Mestre Lucindo, com muita dificuldade cantou uma de suas cantigas que mais gostava cujo o titulo é ADEUS MORENA.

              Belém, madrugada de 23 de julho de 1988.

              Mestre Lucindo faleceu na maior pobreza, tendo esse fato consternado toda a população de sua terra natal. Certa ocasião o Dr. Camilo Viana, em uma reunião disse que oficialmente só conhecia dois valores vivos de nossa cultura popular. Clementina de Jesus e Mestre Lucindo. Os dois faleceram. Estamos na orfandade desses valores, mas Mestre Lucindo ficará em nossas memórias como o patriarca e rei de cultural popular. 
                                          
 OS GRANDES ADMINISTRADORES, INTENDENTES E PREFEITOS:


1862 a 1878 - Pe. José Maria do Vale - Vigário e Administrador.
1878 a 1889 - Período Imperial - Ten. Cel. Diniz Henrique Ferreira Botelho.
1889 a 1895 - Período Republicano - Ten. Cel. Diniz Henrique Ferreira Botelho. 
1895 a 1896 - Marapanim Cidade - Ten. Cel. Diniz Henrique Ferreira Botelho.
1897 a 1915 - Ten. Cel. Fábio Alexadrino de Carvalho. Assumiram interinamente a Intendente os senhores Alípio Malcher Palheta, Herculino Bentes e Anísio Oeiras.
1930 a 1932 - Alderico Lima Castilho.
1932 a 1934 - Dr. Lindolfo Mesquita.
1934 a 1935 - Manoel Araújo Filho.
1935 a 1942 - José de Souza Magalhães Júnior. 
1943 a 1945 - Sezisnando do Carmo Ferreira.
1945 a 1947 - Simão Gibson Naiff.
1947 a1948 - José Raimundo Gomes Filho.
1948 a 1951 - Francisco de Sales Neves. Primeiro prefeito eleito pelo voto popular - Vice: Osvaldo Ubiratan de Carvalho.
1951 a 1955 - Osvaldo Ubiratan de Carvalho -Presidente da Cãmara: José de Souza Magalhães Júnior.
1955 a 1959 - Francisco de Sales Neves - Vice  de José de Souza Magalhães Junior.
1959 a 1963 - José de Souza Magalhães Junior - Vice de Eloy Ferreira da Rocha.
1963 a 1964 - Major Hildebrando Azevedo, renunciou o restante do mandato.
1964 a 1967 - Raimundo de Souza Trindade, era Vice de Hildebrando Azevedo. Respondeu como Vice Ângelo Botelho. 
1967 a 1971 - Fernando Rebelo Magalhães - Vice Eloy Ferreira da Rocha.
1971 a 1972 - Antônio Pedro Martins Guimarães  Presidente da Câmara Almério Rodirgues de Lima.
1973 a 1977 - Osvaldo Ubiratan de Carvalho - Vice Almerio Rodrigues de Lima.
1978 a 1982 - Euvaldo da Gama Alves - Vice Ariosvaldo da Costa Alves.
1983 a 1988 - Sergio da Silva Borges, cassado em 03 de março de 1988.
Em 03 de março de1988 - Vice Alfredo Naiff Filho, assumiu o poder pelo espaço de 09 meses. 
1989 a 1992 - Bel. José Ronaldo Amoras Chaves - Vice Osmundo Eduardo da Silva Naiff.
1993 a 1997 - Eulvado da Gama Alves, faleceu no cargo em 25 de maio de 1993.
Assumiu o Vice Paulo Roberto Merabet de 1993 a 1995, foi cassado em 27 de dezembro de 1995. Assumiu o Presidente da Câmara Raimundo Luis de Moraes.
1996 a 2000 - Osmundo Eduardo da Silva Naiff - Vice Benilson Franco.
2001 a 2004 - Raimundo Luis de Moraes - Vice Manoel Raimundo da Silva Pinheiro (Manduca).
2005 a 2008 - Paulo Sávio da gama Alves - Vice José Ribamar Monteiro Carvalho.
2009 a 2012 -  José de Ribamar Monteiro Carvalho - Vice Manoel Coelho.
2013 a 2016 - Edilene Elza Rebelo de Moraes - Vice Edinailde.